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Como criar um ambiente que estimule a inovação?


Texto escrito por: José Mello

Não existem empresas inovadoras, mas sim pessoas inovadoras! As empresas são feitas de pessoas e, para criar uma cultura de inovação, primeiro é necessário criar um ambiente propício para que esses inovadores possam florescer. Inovação requer mais do que criatividade, inovação requer um processo e pessoas capazes de conectar essa criatividade às necessidades reais de negócio. Existem três fatores que podem auxiliar na criação deste ambiente inovador:

1.Conectividade entre pessoas.

2.Gestão do Conhecimento.

3.Problemas Essenciais

Conectividade entre pessoas.

O todo pode ser muito maior que a soma das partes. Quando você conecta pessoas dentro e fora da empresa, pode criar um cérebro coletivo capaz de gerar coisas de forma mais rápida e mais poderosa do que um inovador solitário faria. Para isso, a empresa precisa encorajar a conectividade entre empregados, fornecedores, clientes e até mesmo concorrentes. Empatia e colaboração são palavras de ordem quando se fala de inovação.

Gestão do Conhecimento

A empresa deve ter uma forma de catalogar todas as idéias, insights e tendências juntas numa mesma prateleira para que possam ser acessadas e combinadas no momento certo que uma oportunidade aparecer, criando assim, algo realmente inovador. Thomas Edison disse certa vez que “para inventar algo, você precisa de boa imaginação e uma pilha de lixo”. Thomas Edison foi um dos maiores inovadores de todos os tempos e o fundador do primeiro laboratório de pesquisa e desenvolvimento ao estilo que conhecemos hoje. E a cada experimento que ele fazia, independente de dar certo ou errado, ele guardava as peças para reutilizá-las no futuro.

Problemas Essenciais

Para completar este ambiente inovador, nós precisamos de “problemas” a serem resolvidos. As pressões que os desafios de negócio apresentam são um importante fator de incentivo à inovação. Para um grupo ser criativo, ele precisa de uma razão de ser. O desafio é encontrar quais são os problemas essenciais que precisam ser resolvidos. É muito comum ouvirmos uma “solução” como se fosse um problema, como por exemplo: “nosso maior desafio é criar um novo website para nossos clientes”. Este não é o problema real! A pergunta é “porque” criar um website? Que necessidade básica do consumidor, um novo website iria resolver? Ser capaz de entender os problemas essenciais por trás da criação do website é que trará o real valor para o consumidor e, conseqüentemente, para a empresa. A descoberta dos problemas essenciais nas empresas é como a descoberta do fogo.

As empresas que conseguirem unir fogo, pessoas e uma “pilha de lixo”, certamente irão transformar o mundo para sempre.

Disponível em:

http://www.3minovacao.com.br/2011/05/16/como-criar-um-ambiente-que-estimule-a-inovacao/

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  1. Reinaldo Schumann
    junho 10, 2011 às 7:26 pm

    Por falar em “Problemas Essenciais, aprendemos com o Dr. Vicente Falconi, que existem dois tipos de “problemas” os ruins, que devem ser imediatamente eliminados, que dão origem a ineficiências, falhas, baixa qualidade, custos não previstos ou quebras, apesar de sempre presentes em maior ou menor número é comum que haja certa miopia em enxergá-los, motivada pela rotina e pela cultura de valorizar quem não incomoda ou “procura” encrenca.
    Existem, contudo, os “problemas bons” que, quando levantados, planejados e resolvidos, resultam em melhorias nos processos, economias de energia, material ou tempo e tornam o produto mais competitivo, para os quais é simples desenvolver e motivar a mão de obra para a constante busca destas oportunidades.
    Portanto, se é muito difícil de aceitar que nossos gestores não consigam criar o ambiente propício para que aflorem os problemas ruins, é totalmente inaceitável, um atentado ao futuro de uma empresa, que haja uma gestão não voltada a encontrar e resolver os problemas bons, voltados à melhoria contínua.
    Se em cada uma das áreas sob teu comando não houver neste exato momento, algum problema, bom ou ruim, sendo resolvido existe algo de errado e é contigo. Se a solução para os problemas ruins detectados não é imediata e permanente, ou se efeitos benéficos de problemas bons demoram a aparecer ou não são duradouras, então deves reclamar aos espelhos.
    Abraços,

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