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A manutenção e os hábitos das pessoas eficazes


Atualmente estou lendo o livro: Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes – Lições Poderosas para a Transformação Pessoal de Stephen R. Covey e para minha surpresa encontrei um trecho do livro que tem tudo a ver com a área de manutenção e que gostaria de compartilhar com todos, segue o trecho:

Quando as pessoas deixam de respeitar o equilíbrio Produção / Capacidade de Produção, ao usarem os bens físicos nas organizações, elas provocam a queda da eficácia organizacional deixando freqüentemente uma galinha morta para os outros.

Por exemplo, um indivíduo encarregado de um bem físico, como uma máquina, pode estar ansioso para causar uma boa impressão em seus superiores.

Talvez a empresa esteja crescendo rapidamente, e as promoções aconteçam com freqüência. Sendo assim, ele produz em ritmo acelerado -, nada de pausas ou manutenção. A máquina trabalha dia e noite. A produção é fenomenal, os custos baixos, e os lucros disparam. Em pouco tempo, o sujeito ganha a promoção esperada. Os ovos de ouro!

Suponha, contudo, que você seja seu sucessor no trabalho. Vai herdar uma galinha muito doente, uma máquina que, a esta altura, está desgastada, e começa a dar problemas. Exige investimentos altos em manutenção, e passa muito tempo parada. Os custos sobem barbaramente, os lucros desaparecem. E quem leva a culpa pela perda dos ovos de ouro? Você. A culpa é sua. Seu antecessor arruinou o bem, mas a contabilidade só registra o número de peças produzidas, os custos e os lucros.

O equilíbrio Produção / Capacidade de Produção torna-se particularmente importante quando aplicado aos seres humanos envolvidos com uma organização – clientes e funcionários.

Será que este trecho do livro mostra a realidade praticada em nossas empresas? Será que existem casos verídicos desta história?

Se for começar a enumerar os casos podemos não parar tão cedo, acredito que infelizmente ainda existem muitos casos onde as pessoas desejam se beneficiar da forma como foi apresentada no texto, porém acredito que é exatamente quando percebemos estas atitudes displicentes dos responsáveis pela operação / produção que os profissionais de manutenção devem mostrar sua importância, não se baseando no “achismo” e sim com fatos e dados, para que não fique sujeito aos infortúnios futuros devidos uma má gestão dos ativos.

O profissional de manutenção deve ter a humildade suficiente para apresentar suas idéias e conseguir o interesse dos profissionais de outros processos em ouvi-lo e poderem concordar com a sua opinião, deixando de lado a postura de combate que normalmente existe dentro das empresas onde a manutenção é inimiga da produção e vice versa. Em resumo, creio que é preciso mudar os paradigmas, para que novos resultados sejam alcançados.

 Posteriormente apresentarei mais um texto fazendo uma relação do conteúdo do livro e a manutenção. Aguardem!!

Fonte:

Livro: Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes – Stephen R. Covey

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  1. Winston J. Puñales
    outubro 18, 2011 às 2:14 pm

    La cultura de reducir costos (a ultranza) tiene como resultado necesario, que las personas centren su pensamiento y acción en costos en lugar de en la capacidad de continuar produciendo. Y el balance producción capacidad de permanecer produciendo no es fácil o simple de ver, a menos que todos los gestores lo acepten. Por ser un equilibrio, necesariamente no es reducir costos (minimizar un lado de la ecuación).
    Sigo a Peter Martin en su idea de que lo que permanece prevaleciendo en muchas empresas respecto a los costos, es un resabio de la revolución industrial de comienzos del siglo XX. Y adhiero a su concepto que es necesario el cambio de esa cultura hacia otra, en que (transcribo): “… Desde arriba, la administración industral deberá romper los “silos” aislados que han existido en sus plantas por décadas, mientras preservan y mejoran el conocimiento y capacidades de cada equipo humano de sus plantas, orientado a producir en íntima colaboración hacia una meta común y única, en la que cada quien se adueña de la responsabilidad de su desempeño.” …
    Sugiero que la adhesión a la responsabilidad por la tarea propia, es la clave a desarrollar por quienes tienen responsabilidades de gestión. Y que el motivar esa actitud es mucho mas relevante que costos circunstanciales, a la hora de promover empleados.
    Como fue descrito en el ejemplo, el énfasis en el menor costo y en premiarlo, es empresarialmente miope. Y de ahí, puede no ser justo ni sensato para la dinámica de la propia empresa.

  2. outubro 19, 2011 às 7:33 pm

    Personalmente creo que siempre es posible establecer controles técnicos (mecánico o eléctrico, hardware o software), para limitar los esfuerzos en el equipamiento, también podemos establecer Pocayoke para esto.
    La pregunta es: los gerentes son conscientes de los males que están causando, la empresa piensa en el futuro o solo no ahora, el dueño sabe el daño que se llevará.
    Es el jefe de mantenimiento que deberia aclarar los riesgos, y se aceptado, instalar o activar los limites.

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